. . Bb
Sábado, Fevereiro 25, 2006


Foi uma tarde de sábado de carnaval todinha empenhada em mudar a cara do blog. Quase 6 horas depois consegui esse resultado, que ainda não é o que quero.
Não gostei da cor dos links, não gostei de não conseguir ajustar em linha reta (não centralizada) os links dos blogs que visito.. enfim, essas coisinhas.
A cor de fundo também não é bem o que estou pensando, mas por enquanto vai ficando assim.
Olhando meio de longe, com o rabo do olho e sem minha auto-crítica insuportável, posso dizer que tá.. hum.. bem.. digamos.. "bonzinho".
E como de tudo que se faz guarda-se o aprendizado, posso dizer que aprendi algumas coisas nessa minha brincadeirinha de designer:

- Exercitar minha paciência;
- Valorizar o preço cobrado pelos profissionais da área;
- Persistir (ainda a cabeça exploda e que a vontade de mandar template, códigos, imagens e afins pra pqp seja quase incontrolável);

E principalmente...

- Saber que sou realmente capaz de conseguir absolutamente tudo que eu quero sem necessariamente precisar de outrem, mesmo que demore algum tempo, mesmo que o sacrifício exija toda tolerância comigo mesma e - também - com quem está ao meu redor.


Bb





Terça-feira, Fevereiro 21, 2006


Plagiando os anões da Branca de Neve...


" Eu vou, eu vou.... Mudar tudo por aqui... agora eu vou, eu vou...... tchu ru ru tchu tchu.. tchu ru ru tchu tchu"








Thanks guys. I´ll be back soon!



Bb =)








Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006





Momentos novos, como páginas em branco, prontos para serem rabiscadas com crayons lilás, a cor da moda; ou verde, a cor da esperança.
Não digo que rasgo fotografias, mas sim que prefiro os registros da memória - coisa que tenho em perfeito estado de conservação - e que sei que ali estarão sempre em movimento, com o dinamismo peculiar de cada instante.

É verdade que sempre me atraí pelo impossível, jamais negaria isso, mas prefiro explicar que essa atração é mesmo uma forma muito minha de dizer que encaro desafios sejam eles quais forem. Por essas e outras, acabo tentando não me convencer de que tudo o que penso, sonho e anseio não é nada além de que uma daquelas minhas fantasias recheadas de cogitações.

Não sei se ainda preciso desenterrar milhões de perguntas batidas acompanhadas de respostas evasivas. A verdade é que tenho bem aqui comigo todas as variáveis que determinariam o grande X da questão; entretanto reluto em aceita-las, o que é pior. E se mesmo assim me mantenho tão paciva, é porque tento não sublimar o que sinto... É porque assumo, somente a quem interessa, minha forma tão intensa de ser exatamente quem eu sou.



" Pintou estrelas no muro...
E teve o céu ao alcance das mãos."

Helena Kolody






Bb





Terça-feira, Fevereiro 14, 2006


Dona Maria se apaixonou perdidamente por Seu João, um moço alto e de conversa agradável.
A cada dia que passava, mais a Dona Maria curtia aquele romance. Seu João, por sua vez, cultivava aquele amor sendo um homem exemplar, carinhoso, atencioso e excelente amante.
Dona Maria só pensava nele. Ele dizia que só pensava nela.
Eis que surge de terras longínquas Seu Benedito, o moço prometido à Dona Maria através das cartas de uma cigana.
Seu João se sentiu ameaçado. Não queria disputar um lugar no coração de Dona Maria, mas sabia que Seu Benedito era um forte adversário.
Resolveram marcar um duelo.
Era uma tarde ensolarada, mas silenciosa.
Reuniram todos os moradores da redondeza para assistir o duelo.
Escolheram as armas, combinaram as regras e foram para o campo de batalha.
Dona Maria, aflita, acompanhava tudo de longe.
Dona Valdete, amiga inseparável de Dona Maria, amparava a amiga, que chorava copiosamente enxarcando lenços e lenços de linho nobre.
Seu Onofre, pai de Dona Maria, estava incorformado com a sorte da filha. Ora, era capaz de ambos morrer naquele duelo infantil. Duas jovens vidas poderiam se acabar em poucos minutos.
Dona Leda rezava ajoelhada.
Dona Mirtes acompanhava o terço.
Seu Alfredo ansiava em preparar o (os) funeral (is) - ele era o dono da funerária local! (ah, o capitalismo.. rs)
Dona Liduína praguejava. Ela era a ex-amante de Seu João.
O vigário excomungava os envolvidos.
Zé das Três, o bêbado, se divertia.
Duas horas se passaram naquele fusuê de coadjuvantes, até que finalmente começa o duelo.
Um pro lado, outro pro outro.
Dez passos pra lá, dez passos pra cá.
1 2 3 e já!!
Ouve-se tiros seguidos de sons abafados de corpos ao chão.
Acabou-se.
Corre todo mundo para ver de perto o que tinha acontecido.
Seu João agonizava com um tiro no peito.
Seu Benedito jazia morto.
Seu Alfreto saca a fita métrica do bolso.
Dona Maria chora, Dona Valdete acode.
Dona Leda e Dona Mirtes entoam " segura na mão de Deus...".
Dona Liduína desmaia.
Seu Onofre se culpa.
O vigário corre para tocar os sinos da igrejinha.
Zé das Três continua se divertindo.


** Sabe a moral da história? Não? Nem eu!
Fui atender o telefone e perdi completamente o fio da meada.. rs

Sou péssima inventadeira de dramalhão.. tsc tsc tsc.


Bb





Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006


Cotidiano...

Ando atacada com tanta coisa que resolvi expurgar os fantasmas aqui mesmo.
Vamolá..

Mudança chegou com alguns dias de atraso. Isso nem me chateou muito pq tô na casa da mamis e é mesmo que estar em casa.. rsrs. Mas pra variar, qd chegou começaram as dores de cabeça.
Primeira constatação: a droga da tampa do liquidificador do meu multiprocessador chiquérrimo e quase sem uso veio quebrada. O moço da transportadora disse que não me preocupasse pq depois eles me pagariam o preju, desde que eu colocasse no inventário de recebimento da mudança. Belêza.. não esquentei a cabeça e continuei o desarruma-arruma caixa.

Lá pelas tantas, senti falta do transformador da minha geladeira. É que a bichinha é 110v e eu morava em Fortaleza, que é 220v.
Procuramos em tudo que é caixa, até nas de roupas e livros, mas nem sinal do transformador em lugar nenhum.
Mais uma vez o moço disse que eu registrasse isso no tal do inventário que a transportadora se responsabilizava, afinal, paguei uma fortuna pelo transporte e fiz questão de incluir o seguro das minhas coisas no valor que paguei.
Então tá, a transportadora resolve, mas enquanto isso fico sem geladeira? Bom, minha mãe tinha um transformador da geladeira dela de qd ela morava em Sampa, aí eu peguei pra quebrar meu galho e não ficar sem ao menos água gelada em casa. Fui ligar tudo direitinho e eis que constato que a droga da geladeira não funciona mais. Ai meu Deus! AAAAAIIIIII MEU DEEEEUS!
Minha geladeira MORREU!
Acontece que ela tava velhinha, eu sei, mas funcionava direitinho enquanto estava em Fortal. Até o dia em que a mudança saiu de lá a geladeira estava gelando que era uma beleza. Agora me chega aqui morta da silva e fica por isso mesmo? Negativo. A transportadora que se vire e me conserte a geladeira ou me dê uma nova. Não quero nem saber que jeito vai ser dado, quero funcionando e pronto.
Liguei pro moço responsável e ele disse que mandaria o técnico da empresa vir ver. Pois bem.. tô esperando.

Antes de tudo isso, na quarta-feira passada, chamo os incompetentes que oferecem o serviço de internet aqui no prédio e pedi pra que fizessem toda a instalação no meu apto e deixassem tudo funcionando.
Eles vieram fazer, deixaram lá uma pá de fios e cabos com cara de que estão no ponto, mas perguntaí se tem acesso, pergunta. Nãããooo! não tem acesso POURRA nenhuma.
Liguei na sexta pra que viessem configurar tudo e me prometeram que vinham. Não apareceram.
Liguei sábado, já atacada e com a língua afiada. Reclamei, esbravejei e de novo me prometeram que vinham. Não vieram de novo.
Hj cedo liguei mais uma vez.
O idiota responsável está na pqp de uma chácara e ninguém acha esse infeliz e, pra variar, só ele coloca as coisas pra funcionar nessa empresa.
Resultado: sem internet.
Só Deus, na sua bendita bondade, pra ter paciência com isso.

Enquanto tem acesso na casa da mamis, vou aparecendo. Mas já estou pelas tabelas com tudo isso e já ameacei até ir no PROCON.
Parece que nada sensibiliza esses caras, sabe?
A minha vontade é das boas: aproveitar a calada da madrugada e incendiar o escritório deles que fica bem aqui pertinho, uns 500m daqui de casa.
Combinei com meu primo de irmos lá hj. Vamos espalhar gasolina e tocar fogo. Antes passaremos na lojinha de conveniência do posto da esquina e compraremos uns sacos de pipoca doce (que eu adoro) e umas latinhas de coca-light (pra contrabalancear as calorias). Vamos assistir tudo de camarote, regados à coca cola e pipoca doce.
Acho que vai ser legal.
Acho que o show deveria ser filmado e reproduzido nas melhores salas de cinema de Brasilia.
Acho que a ficha ainda não caiu.. voltei pra Capital Federal, onde tudo acontence.. ou não.

Bb





Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006


* Bb's messenger.. lugar de doido? hummm.. rsrs


Daniel: Sabe, tanto mais ou senão quanto.

Bb: acho que por enquanto ou o nem sei é o que é mais adequado, mas tanto mais qto menos é o mesmo tanto, nao importa.

Daniel: se bem que isso é contraditório, porque tanto faz quanto tanto fez.

Bb: Mas tudo tem sua contradição, é a dialética. Se bem que tanto fez o tanto faz e deu nisso tudo: o mais ou menos.

Daniel: mas veja: se bem por enquanto é ainda longe um tanto, entretudo sempre será conquanto seja.

Bb: conquanto não seja, haja vista que todavia existe um hiato no porenquanto.

Daniel: eu não sei, sabe?

Bb: melhor não saber mesmo. Qd a gente ignora, vive melhor.. ou não.

Daniel: se bem que, de certa forma, tudo o que é inadequando enquanto seja é, de todo modo, algo inusitadamente diferente enquanto não parece ser.

Bb: De certa forma é melhor não haver concomitância entre os assuntos trangênicos. E mais: se parece ser, é pq só parece.. não é. E eu sou tal ql santomé.. queroverpracrer.

Daniel: mas veja: ao passo em que santomé estava, de toda maneira, indifente ao que acontecia na concomitância das intermitências das eloquências dos assuntos biodegradantes, estaríamos falando meramente em juízo de valoração então, como diria FHC, "assim não pode, assim não dá".

Bb: Concordo. Não!! discordo. Discordo que concordo, só pra gerar polemica.

Daniel: De qualquer forma, toda polêmica vem da Polônia.

Bb: Ou da Eslovênia. Ou de qlq pais do leste europeu.

Daniel: Não. Da Eslovênia só vêm os Eslavos, que são primos dos Batavos e que por sua vez mudaram de sexo e foram trabalhar na Nestlé.

Bb: mas todos se demitirão através de um PDV atraentíssimo. Aí eles abrirão suas próprias empresas de cultivo de tulipas "made in Holanda".

Daniel: mas a Holanda morreu num desastre.

Bb: Não! Quem morreu foi a Yolanda.

Daniel: Não, foi a Holanda, no mesmo desastre que morreu a Chechênia.

Bb: ela morreu num desastre de avião depois de uma briga passionalissima com o seu amor, Germinio Gerânio.

Daniel: sim, eu lembro. Nessa época eu trabalhava em Kabul. Foi pouco antes da Rússia invadir.

Bb: Ainda lembro de vc fardado, portando uma bazuca prateada que tinha um adesivo "eu sou macho tchê" bem no cabo principal.

Bb: ".. detalhes tão pequenos de nós dois"

Daniel: são coisas muito grandes pra esquecer.

Bb: Deve ser por isso q não esqueço de vc com a bazuca.. rs


Não precisa entender muito não. Basta viajar na leseira... Esse é mais um papo doido na parceria com meu gaucho querido Daniel Gaudz.